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Artigo de Yuri Bittar

  • segunda-feira, 30 de maio de 2011
  • Daiane Cristina
  • Artigo de Yuri Bittar

    A Miséria Fotográfica

    Não meus amigos, não estou falando de nenhum fotógrafo "mão-de-vaca", e nem da situação da fotografia no Brasil. Este título, na verdade, refere-se à atração que grande parte dos fotógrafos, por todo o mundo, e mais ainda por aqui, tem pelo tema social, mais precisamente pela miséria e pelo sofrimento humano.
    E é isso que quero discutir.

    A proposta desta coluna é incentivar, ou reforçar, a idéia do fotógrafo em tempo integral, ou seja, sugiro à todos, amadores ou profissionais, que fotografem todos os dias, o tempo todo, e não só com as câmeras, mas também com o olhar e a mente. E uma de minhas propostas foi a de andar pela cidade, fotografar a realidade, as composições que vão se formando o tempo todo. E nessas composições, numa cidade como a minha, São Paulo, constantemente estão presentes os mendigos, moradores de rua, pessoas doentes, crianças, e todo tipo de gente, infelizmente, em situação miserável.
    Mas um fato é que não fotografamos a miséria só porque ela está lá! Fotografamos também porque a procuramos, vamos ao seu encalço, andamos pela rua procurando mendigos pelos cantos.

    Outro dia um amigo me mostrou as fotos que fez de um morador de rua, não me lembro bem da história, mas ele conversou com o sujeito, e descobriu uma pessoa inteligente e culta, por detrás daquela aparência suja. As fotos ficaram boas, mas o que ele aprendeu foi ainda melhor.
    Imagine a cena, um jovem estudante, no início de seu curso de fotografia, então seu professor manda os alunos para a primeira saída fotográfica, cada um deveria fazer fotos na rua, por conta própria.
    E agora? O que ele faz? Ele vai andar ali por perto, e se depara com a bela igreja da Consolação, com seu estilo neo-gótico-semi-barroco. Aquelas abóbodas altas e imponentes na entrada. Ele faz uma foto. Então percebe que há vários mendigos por ali, e ele precisa de algo mais em sua foto. Nada melhor do que o incrível contraste entre a riqueza e a miséria não?

    Então ele se aproxima de uma mulher, uma mendiga não muito velha, apesar de que é difícil imaginar sua idade, ele pergunta se ela faria um favor, de ficar em frente à igreja, para ele fazer uma foto, imediatamente ela pergunta "o que é que eu ganho ?". Aparentemente ela já era modelo profissional, então ele negocia e consegue a foto por um passe.
    Esse jovem era eu (ainda sou) e essa foi minha primeira foto na rua. Para todos os efeitos eu a considero minha foto n.1.
    E porque eu contei essa história toda? Para mostrar o que se passou na minha cabeça. Tirar foto de mendigos foi a primeira coisa que pensei, fazer fotos de miseráveis parece ser natural. Mas porque temos essa atração pelo que mais queremos distância?
    Ninguém quer ser mendigo, mas que atire a primeira pedra o fotógrafo que nunca fotografou um!
    Isso, a meu ver, é em parte influência da nossa cultura visual. Qual é o fotógrafo iniciante que não admira Sebastião Salgado. Eu adoro também o Newman Sucupira, que faz uma espécie de foto-glamour de pessoas simples do interior. Além disso, estamos acostumados a ver matérias na TV, sobre a miséria, mendigos, etc.
    Acho ainda que a fotografia com temática social faz muito sentido no Brasil, devido a nossa situação de pobreza generalizada. Pega bem se preocupar e fazer fotos conscientes. Alguém que tem preocupação com a sociedade, se aprende fotografia, sai fotografando a miséria mesmo.
    Sem falar que se andarmos pela cidade, para registrar a realidade, não tem como fugir, eles estão lá ! Mesmo que na maior parte do tempo algumas pessoas consigam ignorá-los, por ser dolorosa sua visão, quando vamos fotografar a cidade, abrimos os olhos e a mente, e nossa sensibilidade de fotógrafos deixa passar mais que o normal, enxergamos coisas belas que nunca havíamos percebido, mas também enxergamos a miséria, bem nos olhos.
    Esses dias recebi a "Câmera Viajante". Um projeto muito legal, desenvolvido pelo pessoal da lista Fotobrasil, que é uma câmera, compacta, que vai viajando e passando na mão de vários fotógrafos, e cada um faz sua foto e envia a câmera para o próximo. No final haverá uma exposição com todas as fotos, feitas por pessoas diferentes, em locais e até países diferentes, mas com o mesmo equipamento. Aposto que vai haver muitas fotos de miséria, a minha é uma delas!

    Não sou contra fotografar a miséria, pelo contrário, e ainda acho que devemos fotografar e pensar muito mais sobre esse tema.
    Então é isso que vou continuar perguntando nessa coluna, se você já fotografou uma "composição da realidade" hoje? Espero que comece logo!
    Yuri Bittar
    Designer / Fotógrafo / Historiador
    http://www.yuribittar.com
    http://www.2communication.com

    Gifs ou realidade?

  • domingo, 8 de maio de 2011
  • Ernane
  • Acessem esse link sobre gifs animados, é muito bacana.

    http://www.revistafotografia.com.br/cinemagraphs-por-jamie-beck/

    Creditos: Suelen Figueiredo

    Alguns tipos de fotografia

  • domingo, 1 de maio de 2011
  • Ernane
  • Desfoque de movimento.






    Preto e branco

    J.R Duran, Mistura Hispano-Brasileira que deu certo.

  • sábado, 30 de abril de 2011
  • Nayara Silva Campos
  • Fotógrafo brasileiro nascido na Espanha,Josep Ruaix Duran começou a trabalhar para agências de publicidade como DPZ,McCann, Thompson, Talent para clientes como Johnson & Johnson,General Motors, Volkswagen, Souza Cruz, British American Tobaccoe outros a partir de 1979.

    J.R Duran é um nome bastante conhecido no universo fotográfico, famoso por fotografar celebridades e por promover campanhas como Intelig, cigarro Charm, cerveja Kaiser, Embratel, Telesp, Banco do Brasil, cigarro Free, Antarctica, Martini, Motorola, Lojas Riachuelo,Credicard, Hering, Banco Real, Banco do Brasil, Banco Itaú,Telefonica, Sadia, McCafé é um dos nomes mais indicados ao se procurar qualidade fotográfica.

    Aqui vai alguns trabalhos do artista que se mostra bastante irreverente assim como sofisticado a preparar suas imagens,esses trabalhos se referem as ultimas imagens registradas por J.R Duran atualmente, Cleo Pires para revista Joyce Pascowitch e Rodrigo Faro para a revista Poder.


    Fotografia Publicitária

  • domingo, 24 de abril de 2011
  • Ernane

  • Quanto às imagens publicitárias, dividimos em dois grupos, as fotografias publicitárias que comentam sobre novos produtos, orientando sobre sua função, indicando onde e como usar, onde comprar, quanto pagar, informando os diferentes fabricantes e fornecedores no comércio de varejo, ou seja, quem fabrica, quem vende e quanto pode custar.

    Chamo esse tipo de imagem, de publicidade pedagógica, lembrando que sua função enquanto imagem é parte integrante de estrutura da mídia impressa, que tanto informa quanto induz ao consumo. Sua informação diversificada está associada à diversidade do público leitor da revista, que é diverso na condição social, no poder de consumo e na possibilidade de aquisição dos diferentes produtos informados, devido ao descompasso entre a circulação da mídia e a distribuição das marcas anunciadas em todo o território nacional, e é construída também para oferecer variedade de combinação de produto acompanhada de variedade de preço.

    O fazer fotográfico da imagem publicitária, tem todo um projeto estético de cenógrafo, onde não se separa o captador da imagem do dramaturgo que simula a cena. Esta função congrega domínio da espacialidade, uso de luz, sombra, perspectiva, movimento e construção de texto, que é cultural, e por tanto, tem que conter pontuações sociais, psicológicas, geográficas e afetivas.

    Uma fotografia publicitária deve conter uma dramatização completa, com personagens, cenário, e algumas vezes, até falas, sendo que tudo isso, deve reproduzir o sujeito olhado como gostaria de ser olhado ou o que gostaria que olhassem nele, e por tanto, como diz Barthes (1980) injetando nela qualidade moral ao jogo social. Ver-se a si mesmo na escala da história, é para ele, a maior qualidade da fotografia, e ai a fotografia de moda cumpre explendidamente seu papel enquanto imagem da cultura, por que reflete o anseio do indivíduo de inserção no conjunto social e no seio do grupo.



    Fonte: http://www.fashionbubbles.com/historia-da-moda/imagens-fotograficas-objeto-que-fala-na-fotografia-de-moda-parte-2/

    Jovem artista

  • domingo, 10 de abril de 2011
  • Daiane Cristina
  • Daniel Klajmic nasceu em 1976 no Rio de Janeiro, Brasil. Seu trabalho ja¡ foi publicado em diversos ta­tulos nacionais e internacionais, como: I.D., Big, Sunday Times, Visionaire, Vogue, Tattler and Elle. Aos 23 anos de idade fotografou sua primeira campanha internacional para a Max Factor. Em 2004 foi escolhido, juntamente com doze fotografos do mundo, como um Hasselblad Master alem de se tornar o mais jovem integrante com trabalhos no acervo da colecao Pirelli/Masp. Em 2006 participou da exposicao New Photographers em Cannes, com curadoria da Getty Images. Alem de moda e publicidade, seu trabalho de fotografia documental sobre o Rio de Janeiro ja¡ foi publicado internacionalmente assim como exposto em galerias brasileiras.



    Contato Daniel: contact@danielklajmic.com

    tel. +55 11 3063.4004

    r: Contato agente: Marcelo Schaffetel. +55 11 8114.1189



    Definição da Fotografia Publicitária

  • Ernane
  • Fotografia Publicitária Fotografia especialmente produzida para a difusão comercial de um produto, independente do suporte escolhido pelo anunciante, que tanto pode ser a mídia impressa - jornais, revistas, cartazes, out-doors, ou folhetos - quanto audiovisual, como multivisões e anúncios transmitidos pela televisão ou pelo cinema. Na fotografia publicitária, de modo geral, a concepção prévia da imagem é esboçada pelo diretor de arte da agência que detém a conta do cliente em questão e a tomada da foto é respaldada na atuação de um produtor que reúne o material necessário, podendo inclusive chegar a organizar pessoalmente os elementos constitutivos da composição. Nestes casos, estes profissionais podem ser legitimamente considerados como parceiros do fotógrafo na realização da fotografia final.

    Abaixo temos um fotografia dirigida e trabalha, para a campanha de divulgação da pós graduação da faculdade Pitagoras.

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